Published by zero on 21 Nov 2008

Coffee break

Estou me irritando profundamente com o fato de que isto aqui tem girado em torno de todo tipo de demônio, exceto o principal de todos: eu.

Decreto, portanto, que estou de férias da escrita por aqui durante algum tempo. Talvez isso acabe amanhã, depois de amanhã, ou daqui a um mês, mas eu preciso de um tempo mais verbal e menos escrito. E preciso parar de sentir tanto, também.

Ou seja, daqui em diante e durante um tempo, só venho escrever aqui se for sobre algo que não tenha absolutamente nada a ver com o que sinto.

Published by zero on 21 Nov 2008

Somewhat damaged

Confesso, certos comportamentos me assustam e sem a devida companhia proteção, eu não consigo trabalhar com a possibilidade de colocar o pé na rua. Eu fico achando, sim, que vai estourar uma bomba na minha cara a qualquer momento e não é porque eu tenho medo do que pode me acontecer que recuo, justamente o contrário. É que tenho andado meio colérico, meio sem conseguir filtrar certas coisas capazes de machucar quem ameaça se colocar no meu caminho, mas continuo a ser aquela pessoa imbecil que prefere não causar mal nenhum por aí,  que se permite ser constantemente pisada em prol de um, talvez, bem estar alheio.  Ou não, talvez eu só tenha medo das conseqüências, não há como saber. O certo é que, do jeito que está e se continuar assim, eu não coloco o pé fora de casa.

Published by zero on 21 Nov 2008

2 + 2 = 5

Eu digo e repito: compulsão à repetição.

É tudo igual, tudo a mesma coisa.

E, sim, eu saio do nada ao tudo muito facilmente. Mas também saio do tudo ao nada de uma forma ainda mais impressionante. Só preciso ver a merda se formando diante de mim.

Published by zero on 20 Nov 2008

Hit the wall

Se eu não estiver sentindo o que eu acho que estou sentindo, então eu não sei o que estou sentindo. Mesmo assim, tenho certeza de se tratar de algo grandioso. E em algum momento eu tomo coragem pra nomear devidamente, verbalizar, quem sabe?

Published by zero on 20 Nov 2008

Edit

Adoro quando todos os meus problemas parecem estar resolvidos novamente. Eu disse “parecem” porque minha conta corrente sempre vai existir.

Published by zero on 17 Nov 2008

Humanitarism

As considerações positivas do meu dia se resumem a uma única coisa que eu não preciso ficar expondo o tempo inteiro por aqui.

As negativas se relacionam ao fato de que hipocrisia é a maior característica do ser humano. Sério, às vezes eu tenho vontade de fazer prova de biologia novamente só pra colocar que a diferença entre nós e os macacos é que somos hipócritas. Mas assim, existem nivelamentos, claro. Eu fico pensando em qual nível da cadeia evolutiva fica um ser humano capaz de cometer duas hipocrisias visíveis em menos de uma semana. E tipo, não basta ser hipócrita, tem que ser burro o bastante pra deixar os rastros por onde passa, gente?

É porque as pessoas são assim, do nada elas se cansam de cagar da maneira tradicional e resolvem fazê-lo de cabeça para baixo, sem atentar para o fato de que a gravidade não muda.

Published by zero on 17 Nov 2008

Northern Lites

Eu ia escrever o post mais raivoso de todos os tempos, xingando geral, falando mal de tudo que é ser existente na face da Terra. Eu ia, juro. Até Sal me lembrar da existência de Northern Lites. E é infalível, basta ouvir que meu humor fica como deveria ficar. E agora eu vou à cozinha, sacodindo as maracas, pegar um copo de Pepsi.

Published by zero on 17 Nov 2008

Resistance

Eu me recuso a postar a lista dos melhores discos de 2008 antes de conseguir baixar o novo de Diefenbach.

Published by zero on 17 Nov 2008

Towering above the rest

Festa de encontro dos ex-alunos do colégio onde estudei. Assim, talvez eu tivesse ido, se eu ainda morasse em Fortaleza, vi as fotos e percebi que valeria a pena rever algumas pessoas. Tá certo qu eu não conseguiria me lembrar do nome de jeito nenhum, nem se passoa me dissesse, mas seria divertido, acredito. E, porra, como as pessoas conseguem ficar tão feias, acabadas ou gordas daquele jeito? Quem era bonito ficou feio e vice-versa, gente.

Enfim, depois disso, eu posso dizer PARANÓIA STOP e parar de fazer dieta.

-n

Gorda nott magra linda em apenas 2 semanas clique aqui rs.

Published by zero on 15 Nov 2008

Joy

Daí que eu acordo e vou pegar água e meu pai grita “QUE PORRA É ESSA NO SEU BRAÇO?”. Vou olhar e tem uma tatuagem de uma caveira com um coração, bem badass. Solto uma risada e digo “caneta sai no banho, não precisa de escândalo”.

Primeiramente eu realmente me sinto muito badass mesmo. Perigo iminente e eu lá… doente, tendo que correr pro banheiro até a exaustão do corpo pra vomitar ou nada específico, risos.

Logo depois eu fico agoniado por ainda não ter tomado banho e corro pro banheiro novamente.

Mas se eu pudesse, dormia daquele jeito todos os dias.

Published by zero on 13 Nov 2008

Writer’s block

Eu queria saber o que me impede de parar tudo que estou fazendo para simplesmente listar tópicos e postar no fórum da faculdade. Acho que se alguém me chicoteasse, talvez eu tivesse mais consciência das conseqüências disso.

Published by zero on 13 Nov 2008

Accidents waiting to happen

Parece que o Radiohead finalmente vem tocar no Brasil, né? Pois é, eu vou. Porque Radiohead é daquelas bandas que tem tanta falácia por trás do conceito de genialidade musical que chega a irritar. Não que eu não concorde que certas músicas são geniais, são sim, várias delas, até, mas certas atitudes dos mais fanáticos nunca deveriam existir. Até porque, sinceramente, o que é realmente genial não precisa ser esgotado por aí.

Além do que, eu vou pelos seguintes motivos:

- Vai ser mais confusão pra comprar o ingresso que os de Madonna.

- Apesar de algumas chatices, os discos são, de maneira geral, muito bons.

- 2 + 2 = 5 é algo que eu preciso ver ao vivo na vida.

- Dizem que banho de saliva de Thom Yorke é ótimo pra pele.


Published by zero on 13 Nov 2008

The Ice & The Storm

Open up your heart to me
Darling you’re resisting this bliss
You’ve been dreaming only of it
It’s just like ice building up inside

Darling we’ve accumulated
Too much miscommunication
In a beginning everything is soft
Not defensive
Perhaps we begin again shyly

I want to love you loosely
I want to love you loosely

So nothing is stopping me from receiving
From giving out

I want a storm to blow it out
I want to shake myself
And turn my heart inside out

I want a storm to blow it out
I want to shake myself
And turn my heart inside out

Open up your heart to me now
Open

Às vezes eu acho que A Thousand Shark’s Teeth foi proposital.

Published by zero on 13 Nov 2008

I live by the river

Caiu a ficha que eu tenho prova prática daqui a duas semanas? Como sempre, não. E por que será? Porque cardio é o módulo mais filho da puta que eu já tive.

Published by zero on 12 Nov 2008

Update

Ah, faltou uma coisa.

- Domingo passado eu surtei e passei a máquina 4 na cabeça. Eu devia fazer isso mais vezes, surtar em mim mesmo evita que eu surte nos outros, principalmente se tratando das pessoas da minha faculdade.

Pronto.

Published by zero on 12 Nov 2008

Previously

Como eu estou sem tempo (e paciência) pra gastar com muito tempo na internet, vou fazer twits do que deveria ser registrado.

- Todos os episódios de Ranma 1/2. TODOS. Com direito a todos os OVAs e Filmes.

- Todos os filmes que eu queria ver/rever há tanto tempo e uma conexão que, pasmem, está cooperando como se fosse de um 1 mb.

- Cardiologia nunca será uma opção no meu futuro como médico.

- Disseram em Dexter “Communication is the key”. Há quem concorde comigo.

- A pior coisa da vida é você ter um paciente e não poder fazer nada por ele.

- O guideline de sinusite crônica diz que o tratamento dura 14 dias.

Acho que, por enquanto, é isso.

Published by zero on 10 Nov 2008

Heroine

Talvez, no passado, eu cogitasse se tratar de uma simples transferência, minha eterna e predileta mania de enxergar o o outro como imagem especular da minha desconfiança sobre o que ele realmente pensa sobre mim. Hoje, eu afirmo, não perco mais meu tempo trabalhando com possibilidades.

E sabe o que é mais divertido? É muito raro eu estar errado.

Enquanto isso, meu pai continua vindo ao meu quarto, abusar da minha paciência com assuntos incapazes de despertar meu interesse. O exemplo mais clássico é “vai abrir um restaurante no lugar tal”. Ok, eu entendo a necessidade de um ser humano que se isola do mundo de ter uma vida social com seu filho, mas até com meu pai eu preciso enxergar uma coerência nisso. Porque, veja bem, meu pai não sai para comer fora de casa. Que diferença deveria fazer o fato de um restaurante novo estar abrindo, se ele nem ao menos se importa em comer algo além do feijão e do arroz que ele mesmo cozinha praticamente todos os dias? Já me fizeram pensar sobre a possibilidade de ele saber que eu costumo comer fora de casa e gostar de conhecer novos restaurantes, mas isso não é, nem um pouco, o tipo do meu pai. Ele não faz as coisas pra agradar ninguém. Ou talvez eu tenha uma imagem muito distorcida dele.

Published by zero on 08 Nov 2008

Earthling

As coisas podem ser tão simples e descomplicadas que às vezes eu até estranho. Mas não estranho daquela forma paranóica com a qual meu público já está acostumado, é de outra forma. É um “estranhar” muito mais de “constatar” que de “surtar”. Imagem especular, como diria minha mãe, e eu sempre ignorei quando ela falava sobre com quem eu ando. Esperta, ela, eu já devia saber.

Published by zero on 05 Nov 2008

Precious things

Eu queria uma maneira bem linda e maravilhosa de fazer o mundo inteiro celebrar o dia de hoje, uma coisa meio “propaganda da Claro com apoio da Nokia”, connecting people and stuff, só porque um dos amores da minha vida faz aniversário hoje. Ou, talvez, fazer a Lucy Diamond, mandar uns presentes breguíssimos e fofos espalhados pela cidade, mas ela provavelmente me mataria se eu fizesse isso. Enfim, feliz aniversário, Cecis. Mais tarde, quando a gente se encontrar, eu te mostro o quanto o significado deste dia me faz feliz.

Published by zero on 03 Nov 2008

Moving

Vim escrever qualquer porcaria com o intuito de ignorar a possibilidade de começar a reclamar a respeito da falta de vida alheia, mas acabei de perceber que seria inútil. É porque eu acho incrível como tem gente que parece não se contentar com a quantidade de problemas que própria vida lhe reserva, só pode ser isso. Ou, então, os meus problemas são muito hype, né? Há sempre essa possibilidade, a grama e o carro do vizinho são sempre mais legais, dizem por aí. Mas, pelo amor de Deus, tem gente que não gosta, sabe?

Além do que, se for pra colocar em uma balança, tem certas coisas que são feitas por aí até hoje. Coisas que machucam de verdade e eu estou sempre preferindo deixar de lado, por um bem maior, ou sei lá que porcaria isso deve significar. Auto-destruição, provavelmente, não sei, talvez. E eu não vou ser a pessoa a estampar verdades absolutas por aí e estragar a diversão alheia, não mesmo. Joguei a toalha, definitivamente.

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